sexta-feira, 31 de julho de 2009

GUERRA PELA ÁGUA


Uma Crescente fértil deve desaparecer ainda neste século,lugar este berço de civilizações como os Babilônios e Sumérios, a região do Oriente Médio compreendida entre os rios Tigre e Eufrates, famosa por sua fertilidade em meio a um ambientede desértico, deve desaparecer ainda neste século.
É isto que alguns dos mais renomados cientistas climáticos afirmam, eles dizem que a atual seca na região vai se perpetuar até que se mantenha em definitivo e o que era um solo fértil se transformara em deserto como os da região.
Além dos efeitos das mudanças climáticas, as construções de represas e desvios das águas dos rios para irrigaçãos são também fatores para estas mudanças.
O pesquisador Akio Kitoh, do Instituto Japonês de Pesquisa Meteorológica, é autor do estudo mais relevante sobre a região. No “The ancient Fertile Crescent will disappear in this century”, Kitoh afirma que o fluxo do rio Eufrates deve baixar em até 73%. “Este processo já começou”, alerta.
Na semana passada, ministros iraquianos convocaram uma reunião de emergência com a Turquia e Síria, já que a vazão do rio Eufrates estaria abaixo de 250 metros cúbicos por segundo. Isto é menos de um quarto do que é necessário para manter a agricultura iraquiana.
A tensão na região vem crescendo desde maio, quando o parlamento do Iraque se recusou a aprovar um tratado econômico com a Turquia a menos que o país limitasse sua exploração dos rios. Porém a Turquia não parece estar interessada a se comprometer, tendo anunciado em julho uma nova represa no rio Tigre.
Assim podemos cada vez mais entender o poder de destruição do ser humano pelo simples e único fator ""PODER"", países brigando por maiores ecônomias e A TERRA BRIGANDO POR SUA SOBREVIVÊNCIA.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

China pressiona países ricos por cortes de CO2 em Copenhague.


Os países ricos precisam aceitar cortes grandes e mensuráveis nas suas emissões de gases causadores do efeito estufa como parte de um eventual tratado climático global a ser adotado em dezembro numa reunião da ONU em Copenhague, disse uma autoridade chinesa nesta quarta-feira.
Xie Zhenhua, diretor-adjunto da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas para assuntos de política climática, disse à agência oficial Xinhua que o compromisso dos países industrializados seria crucial para um acordo.
"Os chineses acreditam que em Copenhague ... a chave do sucesso é definir para as nações desenvolvidas metas de redução de emissões em médio prazo que sejam grandes, quantificáveis", afirmou a Xinhua, parafraseando Xie.
As declarações foram feitas depois de EUA e China firmarem um acordo de cooperação nas áreas de mudança climática, energia e meio ambiente, mas sem metas específicas.
A secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, disse que o protocolo ilustra a importância da mudança climática nas relações sino-americanas, e que as duas partes discutiram em detalhes o corte de emissões com vistas à conferência de Copenhague.
Xie não chegou a repetir a reivindicação que Pequim vinha fazendo, de que até 2020 os países desenvolvidos reduzam suas emissões em "pelo menos 40 por cento" sobre os níveis de 1990. Isso indica que a China, maior emissor mundial de gases do efeito estufa, poderia estar atenuando sua posição de olho em um acordo pragmático.
A China é muito vulnerável ao aquecimento global. Seus cientistas alertam que haverá secas no norte, enquanto o sul sofrerá com tempestades e inundações. A safra agrícola do país poderia ser reduzida em até um terço ao fim deste século, segundo eles.
Xie disse no mês passado, quando EUA e México promoviam ambiciosas metas de longo prazo, que Pequim preferia focar em cortes de curto prazo, que são mais difíceis de adotar, porque exigem dos governos a execução de reformas rápidas e dolorosas.
"Apoiamos a existência de uma meta de longo prazo, para que a comunidade global possa ter algo pelo que se empenhar adiante, para motivar nossos esforços. Mas achamos... as metas de curto prazo mais realistas", disse ele na ocasião.
A China é o maior emissor de gases do efeito estufa da atualidade, mas, em termos per capita e ao longo da história, nem se compara aos países ocidentais ricos, que têm populações menores e um longo histórico de desenvolvimento industrial.
Pequim afirma que o futuro tratado deve conter condições, principalmente por meio de transferência de tecnologias, para permitir que os países em desenvolvimento reduzam suas emissões sem terem de sacrificar o desenvolvimento que lhes garantirá o combate à pobreza.

Noticia publicada pela REUTERS BRASIL.

Realmente vamos ter que chegar em um ponto crítico para que o mundo começe a levar a sério que em poucos anos a ganância que os nosso líderes tem hoje será consumida pelo sentimento de culpa e desespero vendo o mundo desabar em mãos de seus sucessores e sendo que poderia tudo ser evitado se o poder não tomasse conta das pessoas que o povo elegeu para que tomassem conta delas.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Negócio Americano ( O sequestro de Carbono ).


Agora os Estados Unidos inventam uma nova maneira de se esquivar da emissão de CO2, e criam um projeto ridículo de sequestro de carbono, principalmente nas termelétricas a carvão. O presidente Barak Obama quer investir (gastar) cerca de 3,6 Bilhões de doláres só este ano em pesquisas de desenvolvimento de tecnologias que levam a isso. Lendo uma reportagem do terra segundo especialistas é muito mais barato e viavél gastar essa quantia absurda em energias renovavéis e diminuir a emissão de gases poluentes na atmosfera, mas acredito que isso não passe apenas de um artificio para que os Estados Unidos continuem afundando o planeta no aquecimento global, e para ficar mais perplexo o valor gasto inicial (dinheiro jogado fora) em 2012 deve chegar aos quase 7 Bilhões de dólares ,tudo isso sem saber de esse investimento vai dar certo e mesmo assim é algo que não existe segurança de que seja um projeto sustentável, nunca antes foi feito o seguestro de carbono em larga escala e mesmo assim uma empresa Norueguesa petrolífera tem pesquisas sobre o assunto e não foram bem-sucedidas.A empresa que desde 1996 armazenava carbono em um aquífero salino profundo no mar do norte, e começou a ter probelmas quando surgiram vazamentos em suas instalações.A geologia do local não era tão segura quanto se pensava,havia fissuras no solo do aguífero, e o pior é que não sabem quanto tempo os gases vazaram dali.Um relatório do Greenpeace para o caso ressalta o quanto é difícil injetar e armazenar algo em reservatórios subterrâneos. Mesmo em Utsira, que é considerada uma das formações geológicas mais bem estáveis na Terra.Esses fatores dão argumentos aos críticos do projeto, que questionam se é possível bombear e armazenar esses gases com segurança ou se realmente existam locais adequados para isso. Além disso, o custo-benefício da operação pode não ser vantajoso.Atualmente, o preço do bombeamento do CO2 no subsolo é muito mais do que o preço por tonelada no mercado internacional de emissões. Em outras palavras, é mais barato investir em novas tecnologias de energia limpa, o grande ponto nessa questão é a grande dependência dos Estados Unidos por combustíveis fósseis. A geração de energia responde por 80% das emissões de gases de efeito estufa daquele país. Outro fator é o preço do carvão. O elemento é barato e abundante.Segundo Kelly Sims Gallagher, diretor do Belfer Center for Science and International Affairs da Universidade de Harvard, não há nenhuma fórmula mágica. “Precisamos fazer um pouco de tudo tão rápido quanto possível, a fim de tratar adequadamente a ameaça das alterações climáticas”, alerta. Vendo todas essa estátisticas, e criticas ao projeto com um gasto enorme pode-se pensar que unilateralmente parace que os estados unidos não estão nem ai para o aquecimento global até por que aquele pais tem 80% de suas fabrícas emitinto gases e são elas uma das maiores esponsáveis pela ecônomia.
Se não criticarmos, não estaremos ajudando a mostrar essas idéias banais ao povo e mostrando estamos fazendo nossa parte para que os que querem acabar com nosso planeta e acima da vida humana está a ganância e a irresponsábilidade.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

GRIPE A(H1N1)


Cresce cada vez mais no País os casos da nova gripe, mas o que percebo é a fraca posição do governo em relação ao povo brasileiro, até parece que estão escondendo o verdadeiro teor do caso, mas nós não somos burros e sabemos que a gripe está em um estágio pior do que passam a nós, o que acho inconveniente é a irresponsábilidade de nossos governantes em relação a nós, poderiam nos deixar completamente a par daquilo que estamos lidando se voçês que governam não tem capacidade de nos defender ao menos poderiam nos dar a oportunidade de nos defender, nos mostrando com clareza os fatos. A cada dia que passa aparecem mais e mais mortes na mídia e ainda tratam como se nao fosse alarmante, mas como chegam a essa conclusão?,uma uníca morte já seria algo que deveria ser tratado com alarde, se um morre muitos mais morreram enquando o governo não trata esse caso com a devida seriedade. O que também não da para entender é a movimentação de tropas do exercíto em nossas fronteiras, movimentação do exercíto montando locais de atendimento em São Paulo e Rio de Janeiro como fizeram no caso da Dengue, mas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul que é o estado mais afetado e com maior caso de mortes, as manifestações do governo são menores, de fato deveria ter muito mais preocupação, atenção desde já em aéroportos,rodoviárias,portos,fronteiras mobilizar o máximo de contingente de nosso exército e nossos agentes de saúde e começar a barrar a entrada e saída do virús,de pessoas que possívelmente estejam contamidas até que obtenha um controle maior sobre a disciminação do virus não só na América latina mas no mundo.